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Dra. Dejanira, nossa associada, é a nova diretora do Instituto da CNEN no Rio de Janeiro dedicado à Radioproteção ...mais

 

 


Balanço da Gestão 2009-2011

 

Nova Diretoria


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Radiação Não Ionizante 
em Comunicações Móveis

 



 




The International Congress of the International Radiation Protection Association, held every 4 years, is the largest event in the world for the RP community



  
 


 


 Brazilian Journal of Radiation Sciences




IX Latin American IRPA Regional Congress 
on Radiation Protection and Safety

Cerimônia de Abertura:  Royal Tulip Hotel, Rio de Janeiro

Contando com a presença da Presidente da IRPA, Renate Czarwinski, e de três outros destacados membros do IRPA Executive Council, além de três representantes da AIEA (IAEA) e um da OPAS (PAHO), dentre outras personalidades internacionais, como o Dr. Abel Gonzales, o Congresso foi um estrondoso sucesso, contando com a participação recordista de mais de 700 inscritos e convidados de 16 países.

Durante o encerramento, o Presidente da SBPR, Alfredo Lopes Ferreira Filho anunciou os próximos eventos promovidos pela entidade.

Em Poços de Caldas - MG, em maio de 2014:
II SEMINÁRIO SOBRE RADÔNIO NO BRASIL

Em Gramado - RS, em agosto de 2014:
IV CONGRESSO DE PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÕES DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

Josilto de Aquino, vice-presidente da SBPR e Presidente do IX Latin American IRPA Regional Congress, foi eleito novo Presidente da FRALC. Na foto com os Secretários Eduardo Medina do Peru e a colega colombiana Vanessa Peña. Josilto foi indicado também Coordenador Regional do próximo Congresso em Buenos Aires em 2015.



 

 

IRPA 13 - Glasgow 2012

The 13th International Congress of the International Radiation Protection Association in Glasgow, Scotland, has just finished. IRPA 13 set a new IRPA record by attracting 1,500 participants (45 from Brazil). It was certainly a successful event.

 The papers and posters can now be downloaded from the IRPA 13 Web Site.

(IRPA is an association of individuals joining through national societies. If you are a member of an Associate Society, you are a member of IRPA)

A delegação brasileira para o International Congress of the IRPA, que contou este ano, pela primeira vez, com um stand do Brasil em Glasgow, e dispunha de 3 votos na Assembléia Geral da IRPA, ajudou a eleger para uma das 4 vagas disponíveis este ano no IRPA Executive Council uma colega latino-americana, a  dirigente da FRALC, Ana Maria Bomben, eleita para um mandato de 8 anos. Parabéns, Ana Maria!

 
Como todos os associados da SBPR são também automaticamente membros da International Radiation Protection Association - IRPA, convocamos todos os associados a prestigiarem o próximo International Congress da Associação, na Cidade do Cabo, na África do Sul, em 2016 – o 14th International Congress of the IRPA (http://sarpa-sa.co.za/).

Na Escócia, este ano, pudemos contar com uma expressiva participação de 45 brasileiros dentre os 1.500 inscritos. No stand da SBPR, divulgamos amplamente o IX Latin-American IRPA Regional Congress que realizaremos no Rio em 2013 e o Congresso que realizaremos em Lisboa agora em novembro em conjunto com a Sociedade Portuguesa - o Terceiro Congresso de Proteção contra Radiações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Assistam o vídeo apresentado pela delegação brasileira à Assembléia Geral da IRPA lançando a candidatura da cidade do Rio de Janeiro para sediar um congresso mundial da entidade: http://www.youtube.com/watch?v=NkqSeSNFnZI

Após o 14th International Congress em 2016 em Cape Town, onde estaremos dando seqüência ao esforço já iniciado, estaremos todos juntos em 2020, com os colegas coreanos da Korean Association for Radiation Protection (vide foto), em Seul, no IRPA-15, reforçando a candidatura do Brasil para sediar um próximo congresso mundial.

 


 

TERCEIRO CONGRESSO DE PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÕES DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

LISBOA, FÓRUM TECNOLÓGICO - LISPOLIS

20 - 23 de novembro de 2012

 

              

 


 

Cobertura da Abertura da International Joint Conference RADIO 2011

com mais de 350 inscritos

 

Acesso às Palestras



Da esquerda para a direita: Josilto de Aquino, Secretário Geral da Federação de Radioproteção da América Latina e Caraíbe, Mércia Liane, Presidente do Segundo Congresso Brasileiro de Proteção Radiológica, Patrícia Farias, representante da Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Marcos Nogueira Martins, Diretor  da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Fernando de Andrade Lima, Presidente da Conferência RADIO 2011, Ricardo de Andrade Lima, Diretor do Centro Regional de Ciências do Nordeste, Alfredo Lopes Ferreira Filho, Presidente da Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica e finalmente João Quintela de Brito, Presidente da 
Sociedade Portuguesa de Proteção Contra Radiações
.

 


 

 


O ACIDENTE NUCLEAR DE FUKUSHIMA NO JAPÃO
 

 


Comparação entre os acidentes de Chernobyl (1986) e Fukushima (2011) em termos de depósitos de Cs-137, superfícies de áreas contaminadas, doses externas no primeiro ano e tamanho da população.

Notem na figura abaixo que os reatores BWR só possuem dois circuitos de refrigeração. Um gerando vapor para as turbinas e outro com água do mar para o condensador. 

As usinas PWR - pressurized water reactor (como em Angra) possuem três. O circuito primário, pressurizado para que não se produza vapor d'água (o que facilita a refrigeração do núcleo),  não sai do edifício da contenção. O vapor que move as turbinas só é produzido no circuito secundário. Um terceiro circuito leva a água do mar para permitir a condensação do vapor.


Radioprotecionistas e especialistas em Segurança Nuclear já previam a possibilidade de inundações e acidentes como os ocorridos nas Centrais Nucleares japonesas. Vejam normativas publicadas em forma de Guia de Segurança pela Agência Internacional de Energia Atômica - IAEA - http://www-pub.iaea.org/
MTCD/publications/PDF/Pub1170_web.pdf
.
 

Por terem sido projetadas na década de 50, entrando em operação na década de 70, as instalações japonesas, infelizmente, não atendiam os requisitos dessa publicação de 2003, transcritos abaixo.




Fukushima Naiichi Power Plant
Boiling Water Reactor (BWR)

Durante a Conferência RADIO 2011, em Recife, a SBPR organizou uma mesa redonda para debater o acidente nuclear no Japão, tirando lições que permitam a escolha da melhor tecnologia para a futura Central Nuclear do Nordeste. Já está em construção, na Finlândia, por exemplo, uma nova geração de Centrais Nucleares - a geração III+ , com reatores intrinsecamente seguros (com segurança passiva, independente de recursos externos como geradores diesel de emergência). 

Vejam abaixo uma pequena síntese do ocorrido e a perspectiva mais provável.

SEQÜENCIA DO DESASTRE

Terremoto de magnitude 8,8 a 9 (escala logarítmica)
Perda das linhas elétricas 
Parada automática dos reatores 
Partida dos geradores diesel 
Refrigeração de emergência 

Tsunami (ondas de ~10 m) 
Destruição dos tanques de diesel 
Perda da capacidade de bombear ao esgotar-se o diesel 
Perda da capacidade de refrigeração de emergência

Descobrimento e aquecimento das varetas com urânio
Inicio da oxidação do zircônio das varetas (~1000ºC) Escape de radionuclídeos contidos nas varetas para a água
Produção de Hidrogênio
Zr + 2H2O = ZrO2 + 2H2 + calor 
Pressurização da contenção ainda inerte

Necessidade de alívio da pressão
Abertura manual de válvulas de alívio 
Liberação ao ambiente de radionuclídeos 
(Iodo, Césio, gases nobres)
Liberação de vapor d água e de hidrogênio 
Hidrogênio  em contato com o oxigênio do ar explode 
 2H2 + O2 = 2H2O + calor 
Explosão destrói o telhado por cima da contenção que ainda resiste

Cenário otimista 

Reconexão elétrica, embora precária
Esfriamento dos reatores (em poucos dias)
Situação se estabiliza (em poucas semanas)
Plano de emergência mostrou-se eficiente com as medidas preventivas adotadas:

- “sheltering”:  fechamento de portas e janelas ao se permanecer abrigado em casa no devido momento.
- Distribuição de pastilhas de iodo para eventual necessidade de bloquear a tiróide ao iodo radioativo.
- Evacuação dos moradores próximos.

Portanto, não deverá haver mortes por radiação (mesmo de trabalhadores da usina), nem efeitos agudos na população.
Possibilidade apenas de efeitos estocásticos exigindo acompanhamento médico dos indivíduos mais expostos.

"To date (1 JUNE 2011) no health effects have been reported in any person as a result of radiation exposure from the nuclear accident"

"An estimated 167 workers were exposed to more than 100 millisieverts of radiation while dealing with the accident"

" (...) the residents in the affected area are still struggling from the effects of the accident. They continue to face grave concerns, including the health effects of radiation exposure, displacement, the dissolution of families, disruption of their lives and lifestyles and the contamination of vast areas of the environment."

 

 

Basic Safety Requirements
http://www-pub.iaea.org/MTCD/publications/PDF/Pub1170_web.pdf

Measures for the protection of nuclear power plant sites against floods (...) are also discussed.

2. GENERAL APPROACH TO EVALUATION OF THE FLOOD HAZARD

FLOOD SCENARIOS

2.9. In this Safety Guide, recommendations are made for selecting the event with the worst effects on the site due to flooding (...)

EXPECTED MAIN EFFECTS OF FLOODING ON NUCLEAR POWER PLANT SITES

2.12. The effects of flooding on a nuclear power plant site may have a major bearing on the safety of the plant and may lead to a postulated initiating event (PIE) that is to be included in the plant safety analysis. The presence of water in many areas of the plant may be a common cause of failure for safety related systems, such as the emergency power supply systems or the electric switchyard, with the associated possibility of losing the external connection to the electrical power grid, the decay heat removal system and other vital systems.

2.14. The dynamic effect of the water can be damaging to the structure and the foundations of the plant as well as the many systems and components located outside the plant.

2.26. A dam failure or tsunami, where applicable, may generate a flood substantially more severe than any due to natural meteorological phenomena.

As the most suitable protection against flooding, the plant should be constructed at a level where it will not be affected by floods. The preliminary evaluation of the flood level is therefore extremely important and should be given due attention in selecting a site.

11. TSUNAMI FLOODING

EARTHQUAKE INDUCED TSUNAMIS

(...)

11.5. (...) the probable maximum tsunami generated from the worst case of either specified distant geoseismic activity or local geoseismic activity should be determined (...)

(...)

13. ASPECTS OF FLOOD PROTECTION FOR COASTAL (...) SITES

TYPES OF PROTECTION

13.5. A nuclear power plant may be protected from the design basis flood by the following methods:

(a) All items important to safety should be constructed above the level of the design basis flood, (...). This can be accomplished, if necessary, by locating the plant at a sufficiently high elevation or (...)

(b) Permanent external barriers (...) should be constructed.

The official report of the Fukushima Nuclear Accident Independent Investigation Commission
http://naiic.go.jp/wp-content/uploads/2012/07/NAIIC_report_lo_res2.pdf 

(...) The construction of the Fukushima Daiichi Plant that began in 1967 was based on the seismological knowledge at that time. As research continued over the years, researchers repeatedly pointed out the high possibility of tsunami levels reaching beyond the assumptions made at the time of construction, as well as the possibility of core damage in the case of such a tsunami (...).

The direct causes of the accident were all foreseeable prior to March 11, 2011. But the Fukushima Daiichi Nuclear Power Plant was incapable of withstanding the earthquake and tsunami that hit on that day. The operator (TEPCO), the regulatory bodies (NISA and NSC) and the government body promoting the nuclear power industry (METI), all failed to correctly develop the most basic safety requirements—such as assessing the probability of damage and preparing for containing collateral damage from such a disaster (...).


 


Cadastro de profissionais habilitados em Proteção Radiológica (Supervisores, RIA's e Operadores)

A SBPR mantém um cadastro dos profissionais habilitados pela CNEN.

Se você for habilitado pela CNEN e está a procura de colocação no mercado de proteção radiológica, clique aqui para se cadastrar.

Caso a sua instituição esteja necessitando de um desses profissionais, envie um e-mail para o endereço abaixo, informando a especialidade desejada do profissional.

A SBPR fará o contato entre as partes interessadas, sem nenhum custo.

sbpr@sbpr3.org.br (IMPORTANTE: O endereço correto não possui esse algarismo 3. O numeral foi inserido aqui para enganar mecanismos automáticos (harvesting) de coleta de endereços de e-mail por meio de varreduras em páginas Web. Favor retirar o algarismo 3 desse endereço antes de enviar).


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