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Caros amigos, é um prazer convidá-los a participar do 12th Congresso da Associação Internacional de Proteção Radiológica (IRPA12), que ocorrerá em Buenos Aires,...mais
 



 
Notícias
 

29/11/2008 - PROJETO SBPR DE ATUALIZAÇÃO EM RADIOPROTEÇÃO DE RIAS E OPERA
A SBPR promoverá no próximo dia 29 de novembro/08, o Iº ENCONTRO PAULISTA DE RIAS E OPERADORES DE RADIOGRAFIA INDUSTRIAL, dentro do Projeto SBPR de Atualização em Proteção Radiológica. O evento conta com apoio de empresas do estado de São Paulo. O objetivo principal do evento é a reciclagem dos profissionais envolvidos com a radiografia industrial, uma vez que tal área responde por quase metade dos acidentes com dose ocorridos no mundo. Haverá palestras com especialistas do RJ, SP e MG sobre os temas abaixo: Atribuições do Serviço de Radioproteção; Atribuições e responsabilidades dos Supervisores, RIAs, Operadores e estagiários; Procedimentos de Radioproteção em Instalações Abertas e Fechadas; Acidentes na área da radiografia industrial; Calculos de Balizamento de área e procedimentos de transporte; Procedimentos para realização de levantamento radiométrico de áreas e do Irradiador; Procedimentos para utilização do go-no-go. no final haverá entrega dos certificados e um Churrasco de confraternização. Se você for um desses profissionais ou mesmo SPR, participe. Para saber como e obter maiores informações, ligue para Fone: (11)3835-8822 (Nelson Gonçalves) ou envie um e-mail para protecao@brasitest.com.br. Este evento NÃO TEM FINS LUCRATIVOS. Participe!!!!!

13/11/2008 - Seminário Regulação e Direito Nuclear
Seminário acontece de 11 a 13 de novembro de 2008, no auditório Professor Carneiro Felippe, sede da Cnen, no RJ O evento é organizado pela Comissão e pela Escola da Advocacia-Geral da União, com o apoio da Fundação Getúlio Vargas, da Associação Nacional de Procuradores Federais e da Associação Brasileira de Energia Nuclear. Número de vagas é limitado e inscrição deve ser feita pelo e-mail pfcnen@cnen.gov.br O evento é dirigido a procuradores federais, advogados, técnicos da área nuclear, servidores públicos e profissionais de comunicação, e será realizado no auditório Carneiro Felippe, da Cnen, situado na rua General Severiano, 90 Botafogo - Rio de Janeiro.

06/11/2008 - Produção, venda e uso de radioisótopos pelo setor privado
Produção, venda e uso de radioisótopos pelo setor privado recebe parecer favorável na CCJ – 5/11/08. A proposta de emenda à Constituição (PEC) que elimina as restrições ao setor privado para a produção, a comercialização e a utilização de radioisótopos de uso médico - PEC 100/07 - recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (5). A matéria ainda terá de ser votada no Plenário do Senado e, se for aprovada pela Casa, será enviada à Câmara dos Deputados. O autor da PEC, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), lembra, no texto da proposição, que a Emenda Constitucional nº 49, de 2006, retirou o monopólio da União sobre a produção, a comercialização e o uso de radioisótopos de "meia vida" igual ou inferior a duas horas. Mas ele afirma que essa medida é insuficiente, porque há demanda por outros tipos de radioisótopos, que seriam "essenciais na medicina nuclear - seja para fins de diagnóstico, seja para terapia -, mas continuam monopólio da União". Radioisótopos são elementos químicos radioativos (são átomos que possuem núcleos instáveis). E a meia-vida é o tempo necessário para que a atividade desses elementos seja reduzida à metade da atividade inicial. O senador Augusto Botelho (PT-RR) enviou uma nota, lida nesta quarta-feira, na qual defende a PEC e declara que, apesar da "flexibilização" do monopólio da União no que se refere aos radioisótopos de meia vida igual ou inferior a duas horas, "a produção de radioisótopos com meia vida superior a duas horas, que respondem por mais de 95% dos diagnósticos realizados em medicina nuclear e 100% dos tratamentos que derivam dessa especialidade, continua sendo realizada apenas nas dependências da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), mais especificamente no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN)" - órgãos estatais. Na semana passada, o relator da proposta, senador César Borges (PR-BA), ao defender a aprovação da matéria, disse que a PEC permitirá a democratização do uso de radioisótopos e possibilitará a detecção precoce de diversas doenças. E o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que também defende a proposta, informou nesta quarta-feira que a proposta recebeu o apoio de duas entidades: a Associação dos Fiscais de Radioproteção e Segurança Nuclear e a Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear.

30/10/2008 - Eletronuclear participa de debate
A Eletronuclear participou de reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, que aconteceu esta semana, em Aracaju (SE). Nesta quinta-feira, 30 de outubro, o presidente da empresa, Othon Luiz Pinheiro, falou sobre a retomada do Programa Nuclear Brasileiro e o potencial do Nordeste. Esta semana, Pinheiro discutiu essas perspectivas ao participar do Encontro Nacional de Negócios em Energia, em Maceió (AL). Segundo a Eletronuclear, a seleção da primeira usina nuclear na região será iniciada em breve visando operação em 2019. A expectativa é que o Nordeste tenha a capacidade para abrigar seis usinas de 1 mil MW de potência cada.

27/10/2008 - Medicina Nuclear tem alternativa para tratamento do tumor
“Dependendo do grau de evolução do tumor neuroendócrino, uma boa opção terapêutica é o radiofármaco 177Lutécio-Octreoatato”, afirma o médico nuclear dr. Aron J. Belfer. Os resultados da terapia realizada com esta droga são muito positivos. Os números, em centros internacionais, apontam para cerca de 45% de regressão do tumor. Em 35% dos casos em que a doença estava progredindo houve estabilização. Esse tumor consiste na proliferação anormal de células neuroendócrinas, que têm funções distintas dependendo do órgão no qual se encontram. Não se conhece a causa exata e pode se localizar nos pulmões, ao longo do tubo digestivo, incluindo apêndice, estômago, intestino delgado e grosso, reto e pâncreas. Os sintomas podem demorar anos para aparecer e, devido à liberação de substâncias biologicamente ativas por alguns desses tumores, os pacientes podem manifestar vários sintomas, sendo os mais freqüentes: rubor facial, diarréia e pressão alta. Como esses sintomas são similares aos de várias outras doenças, raramente se pensa em tumor neuroendócrino como diagnóstico. Além disso, esses tumores têm evolução lenta e sem dor. Por isso, o diagnóstico pode demorar a ser feito e, na maioria dos casos, é feito quando a doença está em fase avançada. Existem diversos tratamentos para esse tipo de tumor, como a quimioterapia, interferon e embolização de lesões hepáticas. Mas esses recursos podem ter eficiência limitada. De qualquer forma, a terapia deve ser discutida com o oncologista do paciente. O tratamento com 177Lutécio-Octreoatato foi desenvolvido no Hospital Dijkzigt, da Universidade Erasmus, em Roterdam, na Holanda. As pesquisas foram iniciadas em 2000 e concluídas em 2006 e foi introduzido, na América Latina, através do Brasil, em outubro de 2006. Na terapia administra-se uma substância radioativa ligada a um peptídeo (conjunto de aminoácidos) que tem a propriedade de se concentrar na camada externa da célula tumoral, destruir o tumor e a célula tumoral. Desde 2006 até agora, no Brasil, foram administradas mais de 100 doses sem nenhuma intercorrência. O tratamento é feito em três ou quatro ciclos em intervalos de oito a dez semanas, dependendo da resposta do paciente. Nesses intervalos são realizados exames de controle dos possíveis efeitos do medicamento e para programar o próximo ciclo. O tratamento, em geral, inicia-se nas primeiras horas da tarde do dia de internação. Antes de aplicar a dose de 177Lutécio-Octreoatato, é ministrada, pela veia, medicação para prevenir náuseas e solução de aminoácidos que protege os rins. Em seguida, a substância radioativa é aplicada da mesma forma. Esse processo tem duração aproximada de quatro horas. Em cada ciclo, o paciente fica internado no hospital por 24 horas. O 177Lutécio-Octreatato é importado e a complexa marcação é feita no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) desde 2000, quando os pacientes ainda eram enviados para a Holanda para participar da pesquisa. No Brasil, o procedimento tem apresentado resultados animadores, o que inclui boa redução da massa tumoral, excelente efeito paliativo, poucos efeitos colaterais e significativa melhora da qualidade de vida do paciente.

09/03/2007 - Sobre o novo símbolo da radiação
Tendo em vista as muitas dúvidas com respeito ao assunto em epígrafe, esclaremos que:

A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) e a Organização Internacional de Padronização (ISO) lançaram este novo símbolo para advertir o público sobre perigo de radiação. Ele deve complementar o tradicional trifólio, símbolo internacional para a radiação. A idéia do novo simbolo é melhorar a segurança das aplicações nucleares, proteção das pessoas e do meio ambiente.

O símbolo deve ser usado para as fontes categorias 1, 2, e 3 , definidas como fontes perigosas capazes de causar morte ou ferimentos sérios, incluindo os irradiadores de alimentos, irradiadores para o tratamento do câncer e unidades de radiografia industrial. O símbolo deve ser colocado no dispositivo que contém a fonte, como um aviso para que o equipamento não seja desmontado ou para que leigos se afastem do mesmo. Será visível somente se alguém tentar desmontar o equipamento. O símbolo não será colocado em portas de acesso a sala do equipamento, embalagens para transporte ou em containeres.

O novo símbolo de advertência de radiação ionizante (ISO 21482) é o resultado bem sucedido de uma longa cooperação entre a IAEA e a ISO e segundo o Secretário Geral da ISO, será incentivada a adoção rápida do símbolo pela comunidade internacional. Muitos fabricantes deste tipo de fontes planejam usar o símbolo nas novas fontes a serem fabricadas. Mas, as estratégias para a aplicação o novo símbolo nas fontes categorias 1, 2, e 3 já existentes ainda estão sendo desenvolvidas pela IAEA e futuramente serão divulgadas.

Segue a referência digital abaixo, contendo a informação noticiada pela IAEA.

http://www.iaea.org/NewsCenter/News/2007/radiationsymbol.html.

 


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